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Rosa Alice Branco é poeta, ensaísta, investigadora e tradutora.

Tem 12 livros de poesia publicados em Portugal, incluindo a sua obra poética reunida Soletrar o Dia (2002). O seu primeiro livro, Animais da Terra, veio a lume em 1988. Reconhecida internacionalmente, a autora tem a sua poesia publicada em inúmeros países, tanto em livros como em revistas literárias. Participa regularmente em Festivais Internacionais de Poesia, tendo representado Portugal no Poetry Parnassus Festival, em Londres (2012). Venceu diversos prémios internacionais, entre eles o Prémio Espiral Maior de Poesia, em 2008, com Gado do Senhor (& etc), cuja versão em inglês foi considerada, pela The Chicago Review of Books, como um dos 12 melhores livros de Poesia dos USA, de 2016. o que lhe valeu uma digressão com leituras e debates em várias universidades dos USA, em 2018. 

Neste mesmo ano, o seu livro de poemas Traçar um nome no coração do branco é publicado pela editora Assírio & Alvim. O seu livro Amor Cão e outras palavras que não adestram saiu, também pela Assírio & Alvim, em Fevereiro de 2022.

Neste mesmo ano de 2022, o seu livro de divulgação: As Cores das Coisas: Viagem pela Natureza e pelos Objectos, foi publicada pela Contraponto Editores.

Ainda neste ano, foi homenageada, juntamente com as poetas Ana María Rodas (Guatemala), y Daisy Zamora (Nicaragua), nas Bodas de Prata dos Encuentros de Poetas Iberoamericanos, organizados por Alfredo Pérez Alencart, em Salamanca.


A par com a atividade literária, Rosa Alice Branco tem um doutoramento em Filosofia Contemporânea, dedica-se profissionalmente à Neuropsicologia da Percepção e à Estética, sendo dois dos seus livros de ensaio dedicados à Percepção nas artes: O que falta ao mundo para ser quadro e, no Brasil, A condição secreta do visível. É tradutora, investigadora e promotora cultural. Neste último âmbito, organizou vários colóquios e festivais de poesia, dentro e fora de Portugal, e foi coeditora de revistas de filosofia e poesia.